Todo homem sábio é sereno...
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Serenidade
Todo homem sábio é sereno...
Boca, a voz do coração...
Olá amigos,
Há algum tempo atrás minha atenção foi chamada quando ouvi alguém citar a frase acima. Parei para pensar um pouco sobre isso e a conclusão a que cheguei foi que, de fato, esta é uma grande verdade. Nossa boca está, de fato, harmonizada com nosso coração. Ela só fala aquilo que, num determinado momento de nossa vida, enche nosso coração.
Pura verdade...
Nossos sentimentos, oriundos do nosso coração se manifestam principalmente através de palavras, pronunciadas por nossa boca para que assim haja a possibilidade de expressarmos esses mesmos sentimentos. Quando nosso coração se inunda com o doce sentimento do amor, as palavras que saem de nossa boca são também doces, suaves, leves, transmitindo para as pessoas que eventualmente nos ouvem naquele momento, uma vibração positiva que é transportada pela energia, também positiva, que vinda do fundo de nosso alegre coração, transborda para todos aqueles que estão à nossa volta. Se amamos alguém em especial, tudo o que queremos é falar dessa pessoa para todos os demais, todo o tempo, em todos os momentos. Não cansamos de dizer, principalmente a essa pessoa, o quanto a amamos e como isso nos faz bem levando paz, alegria e felicidade à nossa alma.
Com orgulho falamos do nosso filho querido, das coisas que ele faz ou fez, seja ele uma criança ou um adulto, não importa, é nosso coração cheio de orgulho por ele que está falando através das palavras que saem de nossa boca. É a expressão de um sentimento profundo que se manifesta através de palavras para que todos saibam. Com ternura nos lembramos e falamos de nossos pais, parentes e amigos que já partiram para a Eternidade. É a saudade, oriunda do coração, mais uma vez sendo expressa por nossas palavras às vezes até acompanhadas de uma lágrima.
Com gratidão mencionamos nosso amigo, ou nosso parente, que nos ajudou e que nos deu provas de uma verdadeira e sincera amizade ou carinho familiar. Como isso é gratificante, nosso coração sensibilizado faz questão de contar isso a todos. A amizade é também uma forma de amor e nossas palavras retratam bem esse momento. Nas igrejas, ou nos templos, apregoamos a Fraternidade, um verdadeiro sentimento de irmandade, mais uma forma de amor que nos faz irmãos de verdade apesar de sermos estranhos uns aos outros. Nesses momentos, nosso coração se rejubila e através de palavras se manifesta e, nesse momento, damos graças a Deus.
Mas, e quando nosso coração está carregado de mágoas ou de ódios ? O que sairá de nossas bocas ? Sem dúvida alguma, só sairão palavras ferinas, carregadas dessas mágoas e desses ódios. Uma energia negativa que, oriunda de um coração machucado, magoado, decepcionado, sairá de uma boca carregada, envenenada, na forma de palavras sibilantes, que afetarão da mesma forma pesada e negativa, todos aqueles que estiverem à sua volta. Como serpentes que dão um bote mortal, essas palavras machucam, entristecem e também magoam as pessoas que as ouvem, tornando todo o ambiente ao redor carregado de uma atmosfera pesada, quase irrespirável provocando nos ouvintes uma necessidade de sair dali e procurar algo mais leve para ouvir e, claro, para respirar.
Outros sentimentos podem também invadir nosso coração: dor, paz, compaixão, angústia, etc. Nossas palavras, sem dúvida, sempre acompanharão esses sentimentos. Às vezes confortando, às vezes alegrando, às vezes punindo, às vezes orientando mas sempre de forma harmonizada com o sentimento que naquele determinado momento ocupa nosso coração.
Entretanto, é importante frizar, que é sempre aconselhável que tenhamos equilíbrio, que tenhamos bom senso. Nos momentos de amor, falamos, nos momentos de ódio, calamos. Mesmo porque, não podemos nos esquecer que sempre, sob qualquer circunstância, o maior alvo de nossas palavras, ou da energia que as impregnam melhor dizendo, será sempre aquele que as estiver proferindo. Em outras palavras, nós mesmos. Isto quer dizer que nós nos rejubilaremos em momentos de felicidade e amor mas, ao contrário, seremos prejudicados e cobrados como responsáveis por tudo o que de negativo nossa boca proferir. Plante amor e colherá de seus frutos. Semeie o ódio e, sem dúvida, você vai colher as tempestades que esse ódio fará desencadear, com toda a violência e tristeza que virá agregada a ele.
Para bom entendedor meia palavra basta...
O amor sincero desencadeia uma série de emoções positivas como a amizade, a fraternidade, a caridade, o carinho, a gratidão, a paz interior, a bondade, a piedade, o respeito mútuo, nos melhora como pessoas, e nos deixa mais próximos dos ensinamentos milenares que Jesus nos deixou. Provoca a união das pessoas, o verdadeiro amor pelo próximo, altruísta, desinteressado das coisas materiais. Nosso amor pelos animais, pelas plantas, pela natureza. E uma vez que estejamos harmonizados no amor, nossa boca apenas proferirá palavras de carinho, de consolação, de alegria e conforto. Quando atingirmos esse utópico ponto não haverá mais lugar para a violência, que hoje perdeu o controle e banalizou-se totalmente e o amor prevalecerá em todos os sentidos.
Até a próxima...
domingo, 29 de novembro de 2009
Respeito para com a natureza e o meio ambiente
Em uma de minhas últimas mensagens abordei o tema: Respeito.
Falei muita coisa entretanto não toquei no respeito à natureza e ao meio-ambiente propositalmente pois queria abordar este assunto de forma separada. Em separado porque é um assunto muito importante para todos nós, para o futuro da humanidade, pena que nós não damos a devida atenção e prioridade a ele. O homem tem se superado no desrespeito a natureza e ao meio ambiente e tem extrapolado em suas atitudes de agressão ao meio que vivemos. O meio ambiente em nosso país tem sido agredido desde os tempos da colonização quando nossas riquezas naturais eram exploradas e levadas para Portugal.
Marinez, ao analisar os efeitos das alterações climáticas nas árvores do Cerrado, identificou a possibilidade de redução desta área em 25% em 50 anos (ao usar um cenário mais conservador, isto é, de aumento de 0,5% ao ano no gás carbônico presente na atmosfera), índice que poderia chegar a 90% num cenário menos conservador (com aumento de 1% no CO2 ao ano).
O estudo tomou por base a existência de “envelopes” ambientais para cada espécie, ou seja, a idéia de que uma série de condições, como precipitação, temperatura e sazonalidade influem na sobrevivência daquele grupo de seres vivos.
Como todos sabem, o efeito estufa é um fenômeno ocasionado pela concentração de gases (como dióxido de carbono, óxido nitroso, metano e os clorofluorcarbonos - estes últimos resíduos de produtos industrializados) na atmosfera, formando uma camada que permite a passagem dos raios solares e que absorve grande parte do calor emitido pela superfície da Terra.
O efeito estufa gerado pela natureza além de benéfico é imprescindível para a manutenção da vida sobre a Terra. Se a composição dos gases raros for alterada, para mais ou para menos, o equilíbrio térmico da Terra sofrerá conjuntamente.
Ainda de acordo com o site Ambiente Brasil, a ação do ser humano na natureza tem feito aumentar a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera, através de uma queima intensa e descontrolada de combustíveis fósseis e do desmatamento. A derrubada de árvores provoca o aumento da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera pela queima e também por decomposição natural. Além disso, as árvores aspiram dióxido de carbono e produzem oxigênio. Uma menor quantidade de árvores significa também menos dióxido de carbono sendo absorvido.
O derretimento de geleiras das montanhas poderá provocar avalanches, erosão dos solos e mudanças dramáticas no fluxo dos rios, aumentando o risco de enchentes. Alterações bruscas na composição da atmosfera poderão desencadear mudanças dramáticas no clima, o que resultaria em grandes variações na temperatura e no ritmo de chuvas. Furacões, tormentas e enchentes, de um lado, e secas graves, de outro, poderão se tornar mais freqüentes. Os cientistas acreditam que os desertos poderão crescer e que as condições de tempo nas regiões semi-áridas, como no Nordeste do Brasil, serão ainda mais críticas.