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sábado, 28 de novembro de 2009

Respeito

Olá amigos,

Título sugestivo não !!!
É, o assunto também... Até difícil de começar a escrever, pegar o fio da meada...
Minha idéia, por traz do título é a de que nós devemos nos respeitar uns aos outros. Respeitar o direito a opinião que todo mundo tem, respeitar a individualidade de cada um, respeitar os direitos do próximo e, principalmente, não julgar ninguém. Nós não temos o direito de julgar as ações dos outros e, consequentemente, agindo dessa forma, adquirimos o direito de não sermos julgados em nossas ações também. Não julgar para não sermos julgados...


Tróço dificil de fazer, não ?

É tão gostoso contar uma fofoquinha sobre um colega do escritório, sobre um companheiro de trabalho, sobre ex-marido, sobre ex-mulher sobre um vizinho ou uma vizinha (príncipalmente). Isso me lembra um episódio do tempo que eu era garoto. Morávamos na Casa Verde e tinhamos uma vizinha de nome Dona Celeste, a maior fofoqueira do pedaço. E ela apoiava os cotovelos no muro, naquele tempo os muros eram mais baixos, enrolava as mãos no avental, e começava a desfiar o rosário de fofocas para as vizinhas mais íntimas. Ninguém escapava. Tenho isso na memória até hoje, sessenta anos depois...

Mas, voltando ao nosso assunto, respeito dentro de nossos lares, uns com os outros. Respeito mútuo entre pais e filhos. Respeito entre os pais, entre irmãos, entre parentes. Respeito entre amigos, entre as pessoas que queremos bem, respeito com estranhos, pessoas que não conhecemos, respeito com empregados e com os empregadores. Respeito com os animais que temos sob nossa guarda e consequente responsabilidade de cuidar. Respeito com nossas coisas, etc.

E no trânsito ??? Aqui o bicho pega prá valer...

Para começar, o respeito às leis de trânsito, no Brasil onde "levar vantagem em tudo" é uma máxima que virou cultura de uma geração, não é fácil. O fato de não respeitar sinal de trânsito é algo que depende da decisão de cada um e, como dissemos, não devemos julgar mas no momento que ele toma essa decisão ele também coloca em risco outras pessoas e invade o direito dessas à segurança no trânsito. Ele faltou com o respeito ao seu próximo para não falarmos de desrespeito à lei de trânsito. E nesse momento, a ação é totalmente errada e porisso é punida.

Mas no âmago da questão está o fato de que o infrator não agiu com ponderação, não pensou no direito de seu próximo. Se nós todos agíssemos assim, nossas ruas seriam palco de caos diários, e nossa sociedade regridiria aos mais puros instintos trogloditas. Vejam que aqui não especifiquei motoristas, profissionais ou amadores, motoqueiros, ciclistas ou pedestres. Estão todos enfiados na mesma cumbuca...

Creio que o respeito ao próximo faz parte de um processo interno de cada um no sentido de melhorar como pessoa, como ser humano. A melhoria de cada um individualmente levaria à melhoria do coletivo, da nossa sociedade, e da humanidade.
Eu tenho aqui comigo que nosso objetivo como ser humano seria o de deixar este mundo muito melhor do que quando a ele chegamos...
Pensem nisso... Posso garantir que a vida vai ficar mais leve, mais suave, mais alegre também...
Até a próxima,

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A vida, essa grande escola

Pois é amigos, é isso aí mesmo !!!

A vida nada mais é que uma grande escola... Desde que saibamos, é claro, aprender as lições que ela nos ensina. Mas, a grande verdade é que nós invariávelmente, relegamos esses sábios ensinamentos a segundo plano. Batemos cabeça durante grande parte de nossas vidas e só vamos aprender, de fato, depois de muitos anos passados ou perdidos e muitas e muitas cabeçadas, se é que depois disso aprendemos de fato.

Esta semana ouvi em algum lugar o seguinte: "Nós não pedimos para nascer e morremos sem querer, então, vivamos o intervalo". Perfeito, mas o que quer dizer, "vivamos o intervalo".

O que a mensagem original diz é que devemos aproveitar a vida, vive-la com intensidade, com profundidade, com integridade e, principalmente, com felicidade. Sim... Nós nascemos para sermos felizes. Até os ensinamentos da Cabala enfatizam este princípio.
Entretanto, uma variável importante pode alterar o resultado final para cada um de nós, míseros mortais, essa variável é a bendita cabeça de cada um de nós... Como diz o ditado popular: "Cada cabeça, uma sentença"
Traduzindo em miúdos, a diferença entre sermos felizes ou não é nossa cabeça, melhor dizendo, é a forma como encaramos a vida, é a forma como absorvemos os acontecimentos em nossas vidas. Os acontecimentos bons e os não muito bons também. Tirar desses acontecimentos as lições que eles nos mostram, as coisas boas de um episódio ruim, e de um episódio legal para nós, aproveitar, curtir, saborear e guardar na lembrança, na alma, como um episódio que nos marcou positivamente, nos deixou feliz e que nos faz sentir bem quando dele nos lembramos.
De forma simples, é a história do limão. Se voce acha que a sua vida é um limão ela pode ser azeda, se voce chupar o limão puro, doce se voce fizer uma limonada, mas também pode ser bem alegre se voce fizer dela uma caipirinha bem gostosa e geladinha...
Mas lembre-se... "se beber, não dirija"...
Até a próxima...





quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Minha primeira mensagem

Bem amigos,

Aqui vou eu me aventurando no mundo dos blogs pela primeira vez. Se me perguntarem onde eu pretendo chegar com meu blog minha resposta, neste momento, seria um enorme não sei. Na verdade algo me impeliu para isto. Talvez uma vontade, lá dentro de mim, de poder deixar algo escrito, um pouco das coisas que a vida me ensinou nos meus 70 anos bem vividos, graças ao nosso bom Deus. Talvez trazer para cá, para este blog, lições de vida, aprendidas por outras pessoas, pessoas que não conheço mas, para as quais, deixo aqui aberto um espaço para troca de experiências.
De qualquer forma, estamos dando o primeiro passo. Não quero e nem pretendo aborrecer ninguém, quero apenas um cantinho para postar algumas mensagens e, por outro lado, receber mensagens dos meus futuros amigos, desconhecidos neste momento, mas que se farão presentes com certeza aí pela frente.
Deixo um abraço fraterno àqueles que tiverem a paciência de ler meus escritos.