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domingo, 29 de novembro de 2009

Respeito para com a natureza e o meio ambiente

Olá para todos,

Em uma de minhas últimas mensagens abordei o tema: Respeito.
Falei muita coisa entretanto não toquei no respeito à natureza e ao meio-ambiente propositalmente pois queria abordar este assunto de forma separada. Em separado porque é um assunto muito importante para todos nós, para o futuro da humanidade, pena que nós não damos a devida atenção e prioridade a ele. O homem tem se superado no desrespeito a natureza e ao meio ambiente e tem extrapolado em suas atitudes de agressão ao meio que vivemos. O meio ambiente em nosso país tem sido agredido desde os tempos da colonização quando nossas riquezas naturais eram exploradas e levadas para Portugal.

Entretanto, se o Brasil tem sido explorado a pouco mais de quinhentos anos, o globo terrestre tem sido abusado ha muito mais tempo. Nos últimos tempos esse abuso tem fugido ao controle, não tanto pela necessidade do homem, mas principalmente pela ganância desenfreada do habitante supostamente mais inteligente do planeta. O perigo é iminente, o planeta está começando a dar sinais de esgotamento e, dentro de alguns anos, se continuarmos nesse mesmo caminho, a humanidade vai sofrer e muito, as consequências dessa loucura sem limites. Algo precisa ser feito, e cabe a nós colaborar fazendo nossa parte e cuidando para não complicar ainda mais a situação. Conscientização é a palavra. Nós estamos cavando nosso próprio buraco. Senão vejamos:


Algumas informações do site Ambiente Brasil dão conta que um estudo coordenado pelo biólogo britânico Chris Thomas, da Universidade de Leeds, e publicado na revista Nature, reuniu o trabalho de pesquisadores de várias partes do mundo (entre eles, a bióloga brasileira Marinez Ferreira de Siqueira, do Centro de Referência em Informação Ambiental, de Campinas) prevê que com um aumento de 2ºC na temperatura média mundial, poderiam ser extintas até 52% das espécies devido ao desaparecimento dos seus hábitats naturais.
Marinez, ao analisar os efeitos das alterações climáticas nas árvores do Cerrado, identificou a possibilidade de redução desta área em 25% em 50 anos (ao usar um cenário mais conservador, isto é, de aumento de 0,5% ao ano no gás carbônico presente na atmosfera), índice que poderia chegar a 90% num cenário menos conservador (com aumento de 1% no CO2 ao ano).
O estudo tomou por base a existência de “envelopes” ambientais para cada espécie, ou seja, a idéia de que uma série de condições, como precipitação, temperatura e sazonalidade influem na sobrevivência daquele grupo de seres vivos.
E sobre o Efeito Estufa?
Como todos sabem, o efeito estufa é um fenômeno ocasionado pela concentração de gases (como dióxido de carbono, óxido nitroso, metano e os clorofluorcarbonos - estes últimos resíduos de produtos industrializados) na atmosfera, formando uma camada que permite a passagem dos raios solares e que absorve grande parte do calor emitido pela superfície da Terra.

Ao longo dos últimos cem anos, a concentração de gases de efeito estufa vem aumentando por causa da maior atividade industrial, agrícola e de transporte, e principalmente devido ao uso de combustíveis fósseis.
O efeito estufa gerado pela natureza além de benéfico é imprescindível para a manutenção da vida sobre a Terra. Se a composição dos gases raros for alterada, para mais ou para menos, o equilíbrio térmico da Terra sofrerá conjuntamente.
Ainda de acordo com o site Ambiente Brasil, a ação do ser humano na natureza tem feito aumentar a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera, através de uma queima intensa e descontrolada de combustíveis fósseis e do desmatamento. A derrubada de árvores provoca o aumento da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera pela queima e também por decomposição natural. Além disso, as árvores aspiram dióxido de carbono e produzem oxigênio. Uma menor quantidade de árvores significa também menos dióxido de carbono sendo absorvido.

As conseqüências do aquecimento global poderão ser catastróficas. A medida em que o gelo das calotas polares derrete, o nível do mar se eleva, provocando a inundação de terras mais baixas e, talvez, a submersão de países inteiros no Oceano Pacífico. Dependendo da elevação do nível do mar, Bangladesh e Egito, por exemplo, podem perder até um décimo de seus territórios, o que obrigaria o deslocamento de 16 milhões de pessoas.
O derretimento de geleiras das montanhas poderá provocar avalanches, erosão dos solos e mudanças dramáticas no fluxo dos rios, aumentando o risco de enchentes. Alterações bruscas na composição da atmosfera poderão desencadear mudanças dramáticas no clima, o que resultaria em grandes variações na temperatura e no ritmo de chuvas. Furacões, tormentas e enchentes, de um lado, e secas graves, de outro, poderão se tornar mais freqüentes. Os cientistas acreditam que os desertos poderão crescer e que as condições de tempo nas regiões semi-áridas, como no Nordeste do Brasil, serão ainda mais críticas.
Sem dúvida nenhuma, se não tomar cuidado, o homem vai colher, no futuro, os frutos dessa asneira gigantesca que está plantando hoje.
Até mais...

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